terça-feira, 28 de junho de 2011


ESSE VÍDEO FOI APRESENTADO NO CURSO "ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TICs" PELA FORMADORA CLAUDIA TOTORO.

VALE A PENA VER!!!





Sugestões para o uso do Material Dourado

Sugestões para o uso do Material Dourado
( pesquisado na net)

As atividades propostas foram testadas e mostraram-se eficazes desde a primeira até a quinto ano.
O professor, com o conhecimento que tem de seus alunos, saberá em que série cada atividade poderá ser aplicada com melhor rendimento.
Várias das atividades podem ser aplicadas em mais de uma série, bastando, para isso, pequenas modificações.

1 - JOGOS LIVRES
Objetivo: tomar contato com o material, de maneira livre, sem regras.
Durante algum tempo, os alunos brincam com o material, fazendo construções livres.O material dourado é construído de maneira a representar um sistema de agrupamento. Sendo assim, muitas vezes as crianças descobrem sozinhas relações entre as peças. Por exemplo, podemos encontrar alunos que concluem:- Ah! A barra é formada por 10 cubinhos!- E a placa é formada por 10 barras!- Veja, o cubo é formado por 10 placas!

2 - MONTAGEM
Objetivo: perceber as relações que há entre as peças.
O professor sugere as seguintes montagens:- uma barra;- uma placa feita de barras;- uma placa feita de cubinhos;- um bloco feito de barras;- um bloco feito de placas;
O professor estimula os alunos a obterem conclusões com perguntas como estas:- Quantos cubinhos vão formar uma barra?- E quantos formarão uma placa?- Quantas barras preciso para formar uma placa?
Nesta atividade também é possível explorar conceitos geométricos, propondo desafios como estes:- Vamos ver quem consegue montar um cubo com 8 cubinhos? É possível?- E com 27? É possível?

3 - DITADO
Objetivo: relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico.
O professor mostra, um de cada vez, cartões com números. As crianças devem mostrar as peças correspondentes, utilizando a menor quantidade delas.

Variação:O professor mostra peças, uma de cada vez, e os alunos escrevem a quantidade correspondente.

4. FAZENDO TROCAS
Objetivo: compreender as características do sistema decimal.
- fazer agrupamentos de 10 em 10;- fazer reagrupamentos;- fazer trocas;- estimular o cálculo mental.
Para esta atividade, cada grupo deve ter um dado marcado de 4 a 9.
Cada criança do grupo, na sua vez de jogar, lança o dado e retira para si a quantidade de cubinhos correspondente ao número que sair no dado.
Veja bem: o número que sai no dado dá direito a retirar somente cubinhos.
Toda vez que uma criança juntar 10 cubinhos, ela deve trocar os 10 cubinhos por uma barra. E aí ela tem direito de jogar novamente.
Da mesma maneira, quando tiver 10 barrinhas, pode trocar as 10 barrinhas por uma placa e então jogar novamente.
O jogo termina, por exemplo, quando algum aluno consegue formar duas placas.
O professor então pergunta:- Quem ganhou o jogo?- Por quê?
Se houver dúvida, fazer as “destrocas”.
O objetivo do jogo das trocas é a compreensão dos agrupamentos de dez em dez (dez unidades formam uma dezena, dez dezenas formam uma centena, etc.), característicos do sistema decimal.
A compreensão dos agrupamentos na base 10 é muito importante para o real entendimento das técnicas operatórias das operações fundamentais.
O fato de a troca ser premiada com o direito de jogar novamente aumenta a atenção da criança no jogo. Ao mesmo tempo, estimula seu cálculo mental. Ela começa a calcular mentalmente quanto falta para juntar 10, ou seja, quanto falta para que ela consiga fazer uma nova troca.
· cada placa será destrocada por 10 barras;
· cada barra será destrocada por 10 cubinhos.
Variações:
Pode-se jogar com dois dados e o aluno pega tantos cubinhos quanto for a soma dos números que tirar dos dados.
Pode-se utilizar também uma roleta indicando de 1 a 9.

5. PREENCHENDO TABELAS
Objetivo: os mesmos das atividades 3 e 4.
- preencher tabelas respeitando o valor posicional;- fazer comparações de números;- fazer ordenação de números.
As regras são as mesmas da atividade 4. Na apuração, cada criança escreve em uma tabela a quantidade conseguida.
Olhando a tabela, devem responder perguntas como estas:
- Quem conseguiu a peça de maior valor?- E de menor valor?- Quantas barras Lucilia tem a mais que Gláucia?
Olhando a tabela à procura do vencedor, a criança compara os números e percebe o valor posicional de cada algarismo.
Por exemplo: na posição das dezenas, o 2 vale 20; na posição das centenas vale 200.
Ao tentar determinar os demais colocados (segundo, terceiro e quarto lugares) a criança começa a ordenar os números.

6. PARTINDO DE CUBINHOS
Objetivo: os mesmos da atividade 3, 4 e 5.Cada criança recebe um certo número de cubinhos para trocar por barras e depois por placas. A seguir deve escrever na tabela os números correspondentes às quantidades de placas, barras e cubinhos obtidos após as trocas.
Esta atividade torna-se interessante na medida em que se aumenta o número de cubinhos.

7. VAMOS FAZER UM TREM?
Objetivo: compreender que o sucessor é o que tem “1 a mais” na seqüência numérica.
O professor combina com os alunos: - Vamos fazer um trem. O primeiro vagão é um cubinho. O vagão seguinte terá um cubinho a mais que o anterior e assim por diante. O último vagão será formado por duas barras.
Quando as crianças terminarem de montar o trem, recebem papeletas nas quais devem escrever o código de cada vagão.
Esta atividade leva à formação da idéia do numero imediatamente depois (sucessor). Fica claro para a criança o “mais um”, na seqüência dos números. Ela contribui também para a melhor compreensão do valor posicional dos algarismos na escrita dos números.

8. UM TREM ESPECIAL
Objetivo: compreender que o antecessor é o que tem “1 a menos” na seqüência numérica.
O professor combina com os alunos: - Vamos fazer um trem especial. O primeiro vagão é formado por duas barras (desenha as barras na lousa). O vagão seguinte tem um cubo a menos e assim por diante. O último vagão será um cubinho.
Quando as crianças terminam de montar o trem, recebem papeletas nas quais devem escrever o código de cada vagão.
Esta atividade trabalha a idéia de antecessor. Fica claro para a criança o “menos um” na seqüência dos números. Ela contribui também para uma melhor compreensão do valor posicional dos algarismos na escrita dos números.

9. JOGO DOS CARTÕES
Objetivos: compreender o mecanismo do “vai um” nas adições; estimular o cálculo mental.
O professor coloca no centro do grupo alguns cartões virados para baixo. Nestes cartões estão escritos números entre 50 e 70.
1º sorteio: Um alunos do grupo sorteia um cartão. Os demais devem pegar as peças correspondentes ao número sorteado.
Em seguida, um representante do grupo vai à lousa e registra em uma tabela os números correspondentes às quantidades de peças.
2º sorteio: Um outro aluno sorteia um segundo cartão. Os demais devem pegar as peças correspondentes a esse segundo número sorteado.
Em seguida, o representante do grupo vai à tabela registrar a nova quantidade.
Nesse ponto, juntam-se as duas quantidades de peças, fazem-se as trocas e novamente completa-se a tabela.
Isto encerra uma rodada e vence o grupo que tiver conseguido maior total. Depois são feitas mais algumas rodadas e o vencedor do dia é o grupo que mais rodadas venceu.
Os números dos cartões podem ser outros. Por exemplo, números entre 10 e 30, na primeira série; entre 145 e 165, na segunda série.
Depois que os alunos estiverem realizando as trocas e os registros com desenvoltura, o professor pode apresentar a técnica do “vai um” a partir de uma adição como, por exemplo, 15 + 16.
Observe que somar 15 com 16 corresponde a juntar estes conjuntos de peças.
Fazendo as trocas necessárias,
Compare, agora, a operação:
· com o material

· com os números

Ao aplicar o “vai um”, o professor pode concretizar cada passagem do cálculo usando o material ou desenhos do material, como os que mostramos.
O “vai um” também pode indicar a troca de 10 dezenas por uma centena, ou 10 centenas por 1 milhar, etc.Veja um exemplo:

No exemplo que acabamos de ver, o “vai um” indicou a troca de 10 dezenas por uma centena.
É importante que a criança perceba a relação entre sua ação com o material e os passos efetuados na operação.
10. O JOGO DE RETIRAR
Objetivos: compreender o mecanismo do “empresta um” nas subtrações com recurso; estimular o cálculo mental.
Esta atividade pode ser realizada como um jogo de várias rodadas. Em cada rodada, os grupos sorteiam um cartão e uma papeleta. No cartão há um número e eles devem pegar as peças correspondentes a essa quantia. Na papeleta há uma ordem que indica quanto devem tirar da quantidade que têm.
Por exemplo: cartão com número 41 e papeleta com a ordem: TIRE 28.
Vence a rodada o grupo que ficar com as peças que representam o menor número. Vence o jogo o grupo que ganhar mais rodadas.
É importante que, primeiro, a criança faça várias atividades do tipo: “retire um tanto”, só com o material.
Depois que ela dominar o processo de “destroca”, propor que registre o que acontece no jogo em uma tabela no quadro ou caderno.
Isto irá proporcionar melhor entendimento do “empresta um” na subtração com recurso. Quando o professor apresentar essa técnica, poderá concretizar os passos do cálculo com auxílio do material ou desenhos do material.
O “empresta um” também pode indicar a “destroca” de uma centena por 10 dezenas ou um milhar por 10 centenas, etc. Veja o jogo seguinte:

11. “DESTROCA”
Objetivos: os mesmos da atividade 10.
Cada grupo de alunos recebe um dado marcado de 4 a 9 e uma placa.
Quando o jogador começa, todos os participantes têm à sua frente uma placa.
Cada criança, na sua vez de jogar, lança o dado e faz as “destrocas” para retirar a quantidade de cubinhos correspondente ao número que sair no dado. Veja bem: esse número dá direito a retirar somente cubinhos.
Na quarta rodada, vence quem ficar com as peças que representam o menor número.
Exemplo: Suponha que um aluno tenha tirado 7 no dado. Primeiro ele troca uma placa por 10 barras e uma barra por 10 cubinhos:
Depois, retira 7 cubinhos:
Salientamos novamente a importância de se proporem várias atividades como essa, utilizando, de início, só o material. Quando o processo de “destroca” estiver dominado, pode-se propor que as crianças façam as subtrações envolvidas também com números.

SUGESTÕES SALA DE APOIO

BOAS SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM NA ALFABETIZAÇÃO

· Abuse da leitura de histórias (.... assim como poesias, parlendas, notícias, fábulas....)o aluno quando percebe que o professor gosta de ler também terá vontade de ler.

· Utilizar a lista de nome dos alunos da classe para realizar diversas brincadeiras (forca, procure seu nome, procure o nome de tal colega, apague seu nome na lousa, dizer onde está o nome de determinada criança dentre 3 que comecem com a mesma letra, etc.). Essa lista de palavras, que logo será memorizada pelos alunos, atuam como palavras estáveis que fornecem muitas dicas para a aprendizagem do sistema de escrita tais como o nome das letras, que sonoridade possuem quando se juntam como saber que com o CA de CAMILA eu posso também escrever o CA de CADEIRA.

· Professor escreve na frente do aluno e lê o que está escrevendo ou já escreveu (o que vai ter na merenda, o título da história que será lida, etc.).

· Os alunos ditam textos memorizados para o professor escrever (parlendas, poesias, letra de música que estão aprendendo para ampliar seu repertório, para se divertir ou para uma apresentação na reunião de pais...).

· Os alunos escrevem palavras que o professor propõe (listas com 4 ou 5 palavras de brinquedos, objetos, animais), o professor solicita que cada criança (algumas a cada dia) leia o que escreveu apontando onde está escrito.

· Propor que os alunos leiam (antecipando) o título do livro que vai ser lido, pois a ilustrações lhe dão pistas e a criança já tem algum conhecimento sobre o sistema de escrita.

· Propor que localize onde está escrito determinadas frutas numa lista que o professor escreve na lousa e informa que lá foi escrito nomes de frutas (o aluno sabe o que pode estar escrito lá).
· Propor que localizem onde está determinado título de histórias na lista de Histórias lidas naquela semana.

· O professor escreve 3 palavras (ex.: CAMELO, CAVALO e CACHORRO), informa aos alunos o que escreveu e estes precisam dizer onde está escrito o quê. Aqui o início e o final das palavras são semelhantes então os alunos precisam se atentar ao meio das palavras, já é um desafio maior.

· Fornecer as letras justas, ou seja, todas e nenhuma a mais nem a menos, de determinada palavra ou verso/estrofe de poesia ou música, informando que ali estão TODAS as letras para escrever ELEFANTE ou O SAPO NÃO LAVA O PÉ, por ex., e o aluno ou dupla de alunos com hipóteses de escrita próximas, têm a tarefa de escrever e não deixar sobrar nenhuma letra.

· Cruzadinhas com banco de palavras.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Frases e Reflexões sobre Educação


"Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes".
(Paulo Freire).

"A educação visa melhorar a natureza do homem o que nem sempre é aceito pelo interessado".
(Carlos Drummond).

"A educação para o sofrimento, evitaria senti-lo, em relação a casos que não o merecem".
(Carlos Drummond)

"O que é ensinado em escolas e universidades não representa educação, mas são meios para obtê-la".
(Ralph Emerson).

"O essencial, com efeito, na educação, não é a doutrina ensinada, é o despertar".
(Ernest Renan).

"O que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência, a justiça, a educação. São estas as virtudes que devem formar o seu caráter".
(Sócrates).

"A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida".
(John Dewey).

"A educação é para a alma o que a escultura é para um bloco de mármore".
(Joseph Addison).

"A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces".
(Aristóteles).

"A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida".
(Sêneca).

"A educação pública nunca resolve o difícil problema do desenvolvimento simultâneo do corpo e da inteligência".
(Honoré de Balzac).

"A educação desenvolve as faculdades, mas não as cria".
(Voltaire).

"A educação do homem começa no momento do seu nascimento; antes de falar, antes de entender, já se instrui".
(Jean Jacques Rousseau)


"Ousarei expor aqui a mais importante, a maior, a mais útil regra de toda a educação? É não ganhar tempo, mas perdê-lo".
(Jean Jacques Rousseau)

"Tudo está na educação. O pêssego dantes era uma amêndoa amarga; a couve-flor não é mais do que uma couve que andou na universidade".
(Mark Twain)

"A boa educação consiste em esconder o bem que pensamos de nós próprios e o pouco bem que pensamos dos outros".
(Mark Twain)

"Toda a educação assenta nestes dois princípios: primeiro repelir o assalto fogoso das crianças ignorantes à verdade e depois iniciar as crianças humilhadas na mentira, de modo insensível e progressivo".
(Franz Kafka).

"Todo o homem recebe duas espécies de educação: a que lhe é dada pelos outros, e, muito mais importante, a que ele dá a si mesmo".
(Edward Gibbon).

"Toda a educação se reduz a estes dois ensinamentos: aprender a suportar a injustiça e aprender a suportar o aborrecimento".
(Ferdinando Galiani)

"É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade".
(Immanuel Kant)

terça-feira, 14 de junho de 2011

##########PLANO DE AULA##########

(SUGESTÃO ELABORADA PELA PROFESSORA MARIA DE LURDES FARIA PARA SALA POLO)
LÍNGUA PORTUGUESA- GÊNERO ENTREVISTA
OBJETIVOS
Conhecer o gênero entrevista: constituição e funcionamento;
Reconhecer o gênero entrevista nos vários suportes textuais e analisar implicações de sentido decorrentes de sua superestrutura;
Identificar particularidades das entrevistas realizadas nas modalidades oral e escrita da língua;
Compreender que na entrevista é necessário propor encadeamento às perguntas;
Identificar a ideologia da posição do entrevistado e entrevistador.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Os alunos terão de:

conhecer as modalidades da língua e suas especificidades;
conhecer, as mídias e/ou suportes textuais em que uma entrevista pode estar disponibilizada: jornal, revista, televisão, ambiente digital, rádio;
ter conhecimentos básicos de computação (navegação na Internet).
Estratégias e recursos da aula
Atividades em duplas;
discussões coletivas;
roteiro de estudo;
sala de computação com recurso à Internet.

Atividade 1
Para dar inicío à aula ,o professsor, em um laboratório com acesso á internet, deverá propor aos alunos trabalharem em duplas.
Roteiro
1)acessemos sites:
htt.//josueojuara.blogspot.com/2011jornal-tribuna-batatais-entrevista.html
www.tarciocosta.com.br
www.youtube.com tarcio costa-literatura de cordel

2) Depois de os alunos lerem e escutarem as entrevistas nos sites indicados, deverão listar aspectos de ordem textual e/ou discursiva comuns às entrevistas.
QUESTIONÁRIO REFERENTE A ENTREVISTA DO JORNAL TRIBUNA
1) Sabendo que a entrevista foi publicada no Jornal, qual o tipo de público esperado que a lerá?
2) Quem é o entrevistado:? Por que ele foi escolhido para essa entrevista? Levante hipóteses.
3 ) Qual o contexto de produção da entrevista?
4) Sabendo do contexto de produção, é possível fazer previsões acerca das respostas criadas pelo entrevistador? Comente.
5) A foto é relevante para a entrevista? Comente.



Atividade 2
Nesta atividade, o professor colocará em discussão os dados pontuados pelos alunos no que tange às recorrências comuns textuais e/ou discursivas encontradas nas entrevistas visitadas. Para isso, o professor questionará sobre:
A presença de um entrevistado e um entrevistador;
a organização interna da estrutura da entrevista em pergunta e resposta.
um tema central (pode ter subtemas) que orienta o esquema de perguntas e respostas;
abertura e encerramento da entrevista pelo entrevistador;

necessidade de estudo prévio do entrevistador para ordenar, escolher e criar perguntas para o entrevistado (o entrevistador necessita ser especialista no assunto?);
papel do entrevistado de responder aos questionamentos e fornecer informações (precisa ser um especialista no assunto ou uma pessoa que goste ou tenha autoridade para falar do tema?
encadeamento das perguntas com base nas respostas dos questionamentos anteriores e com base no direcionamento que o entrevistador quer dar a um tema específico.

Atividade 3

Depois de os estudantes listarem aspectos comuns às entrevistas, o professor questionará aos alunos sobre aspectos divergentes:
Qual o objetivo de cada uma das entrevistas?
Qual a posição social dos entrevistados?
E o que falar da condução ideológica de cada entrevistador?
Para quem foi produzida a entrevista, ou seja, qual o público-alvo? A entrevista foi conduzida em linguagem formal ou informal? Por quê?
Quais as diferenças encontradas com relação às modalidades (oral e escrita) em que a entrevista foi realizada
Atividade 4
Depois de discutidos todos esses questionamentos, os alunos, novamente trabalhando em duplas, produzirão um texto. “O gênero entrevista,”direcionado ao Cordelista,Músico e Ator , TÁRCIO COSTA. Nesta produção, os alunos terão de apresentar a configuração básica de uma entrevista .
Importante: essa produção deverá ser feita em Word e salva em um arquivo ou pen-drive para que possa ser reescrita.

1)É sabido que a entrevista, qualquer que seja ela, usualmente é realizada oralmente. Depois ela pode ser transposta à modalidade escrita. Nesta entrevista é perceptível algum traço ou característica típica da oralidade?
2) Como é feito o encadeamento das perguntas? Um tema “puxa” o outro?
3) Podemos tirar alguma conclusão, a partir da entrevista, sobre o que pensa Tàrcio Costa acerca da vida humana ou da atual conjuntura social?
Atividade 2
Em seguida, o professor corrigirá oralmente as questões relativas à análise discursiva da entrevista. Para isso, proporá uma discussão sobre os aspectos discursivos mais relevantes.
Atividade 3
A análise discursiva da entrevista com o Cordelista é importante para conduzir o aluno nesta atividade: o professor mostrará novamente a entrevista. Depois, solicitará aos alunos a elaboração de um texto sobre a entrevista.

Avaliação
A avaliação será proposta com base nas atividades desenvolvidas nas aulas:
Discussões orais quanto às semelhanças e diferenças entre as entrevistas assistidas pelos alunos nos vários suportes textual.
Elaboração e refacção de um texto , gênero entrevista.